quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Hoje resolvi dividir uma linda história de uma mãe que optou pela vida que gerava em seu ventre.
Acho que poderia ficar horas descrevendo essa mãe, mas prefiro que cada um resolva dizer para si mesmo o que achou dessa linda, feliz e triste história de amor.
  
A adolescente americana Jenni Lake, de 17 anos, sonhava em ter uma profissão, viajar o mundo e quem sabe um dia ter filhos. Sim, no futuro, porque até o ano passado ela queria saber de tatuar o corpo, colocar piercings e curtir a noite com os amigos. Sua vida, no entanto, mudou drasticamente após uma dor de cabeça insistente e um exame de tomografia. Um câncer raro e agressivo no cérebro interrompeu seus planos.
Jenni tinha namorado. E ele esteve com ela até o último dia de sua vida. O médico dizia que o tratamento a impediria de engravidar. Isso parecia pouco importante para o casal naquele momento. Os dois continuaram namorando e o improvável aconteceu: Jenni ficou grávida. Ao saber da notícia, imediatamente parou com a quimioterapia, renunciou aos remédios e aos dias a mais que a droga lhe traria. Os médicos deram a ela a opção de aborto, mas Jane já tinha feito sua escolha. “Eu optei pela vida”, disse a adolescente, a enfermeira.
Debilitada, com apenas 48 quilos ao fim da gravidez, e já sem enxergar direito por conta da metástase de seu tumor cerebral, Jane deu a luz a Chad Michael Lake, um menino lindo e saudável. Jenni viveu ao lado de seu bebê por apenas 12 dias, quando, fraca por conta da doença, foi vítima de um ataque cardíaco e morreu, no mês passado.
A mãe de Jenni, Diana Philips, emocionada, chora com o neto nos braços sempre que fala da filha. O pai do bebê, Nathan Wittman, de 19 anos, diz que Jenni foi embora feliz, e que foi a melhor mãe que pode da forma que pode e enquanto a vida permitiu.

 Eu sinceramente me emocionei com essa história e pude ver também que a saúde é um bem que muita gente não dá valor.


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