segunda-feira, 26 de março de 2012
Essa semana fiquei muito feliz, recebi um pedido para fazer um post, sobre como escolher os padrinhos.
A leitora está grávida e em dúvida sobre como escolher esse padrinhos.
Eu já fiz um post aqui, de como escolhi os padrinhos da Duda. Então vou falar de como eu desejo ser uma madrinha, pois sou bem feliz com a escolha que fiz.
Infelizmente meu marido e eu não somos padrinhos de nenhuma criança ainda, somente meu marido tem um afilhado, nós ainda não temos.
A primeira coisa que você tem que ter em mente: A escolha é sua, porém é para o seu filho. Acredito que a pessoa tem que gostar de criança e ser presente na sua vida. De nada adianta escolher uma pessoa que não convive com vocês, daí quando a criança for maior qual o tipo de relacionamento ela terá com a "dindinha" e o "dindinho"?
Um outro ponto a se discutir é: escolho um parente ou um amigo?
Existem pais que escolhem parentes: Tios, tias, avós etc. Eu acho que se já existe um laço forte de parentesco, como estes citados, não há necessidade de criar mais um e em contrapartida, as vezes escolhemos um amigo que acaba se distanciando com o tempo.
Duda tem duas madrinhas, eu não faço diferença entre nenhuma, cada uma, junto com o padrinho tem seu valor, com isso descobri que para ser parente não precisa ter o mesmo sangue.
Poderia falar muito sobre cada um dos 4 padrinhos, mas para o post não ficar enorme, escolhi uma só.
A vovó Santinha por exemplo, tem 2 netinhos de sangue lindos, ainda adotou minha pequena e não faz diferença entre ela e os netinhos. Eu fico radiante quando vejo a questão que ela faz da Duda. Teve uma vez que Duda foi ao médico por que estava com dificuldade de fazer cocô, ela me ligou umas três vezes no dia só para saber como a Duda estava, veio até a minha casa só para ver ela, já trouxe uma planta para fazer chá para cólica e faz uma questão enorme da minha pititinha. A vovó Santinha além de ter um carinho muito grande pela "princesa" como ela mesma a chama, faz muita questão de ver ela, de levarmos até a casa dela e é um charme só com a netinha-afilhada. Por isso eu acho que não necessariamente a madrinha e o padrinho precisam ser parentes de sangue.
Existe uma certa fase na vida do bebê que ele começa a estranhar as pessoas, há quem estranhe o fato de Duda ter 6 meses e já fazer isso (se bem que ela estranha desde os 3 meses =D), então escolha alguém que te visite;
Outro dia, conversando com meu marido, ele me disse algo muito interessante, que me levou a acreditar que o conceito de "Padrinhos" que eu tenho, é mais raro: Padrinhos para mim são os segundos pais, que são presentes na vida, no crescimento, na educação, por isso a única regra que eu tenho é: Os padrinhos têm que ser pessoas queridas, independente de já ser parente ou não.
Toda mãe gosta que tratem nossos filhos bem, mais ainda quando mimam seus filhos, não estou falando de presente, mas sabe quando a pessoa demonstra de verdade que ama mesmo a criança?
Isso para mim que é ser madrinha e padrinho, não consigo aceitar a ideia que alguns pais fazem, escolhem por qualquer motivo, as vezes até existe uma amizade, mas são pessoas que custam a se ver, que não existe o hábito de uma visita, de sair juntos, daí com nascimento da criança cria-se o habito, que sinceramente fica muito forçado.
Portanto pense bem nessa escolha, por que não dá para voltar atrás!
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1 comentários:
Olha o ciume me cutucando... rsrsr
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