quarta-feira, 28 de março de 2012
Gente bem, minha princesinha linda ama a galinha pintadinha.
É só ligar o DVD que ela abre um sorrisão, fica um bom tempo assistindo e ama quando cantamos para ela.
Eu não a deixo o dia todo em frente a tv, mas não tenho nada contra deixar ela assistir, enquanto isso consigo fazer outras coisas.
Com base nessa fascinação pela a Pintadinha, eu resolvi juntamente com meu querido marido, que o tema da festinha dela será a Galinha.
Faltam ainda 6 meses, mas já comecei os preparativos, será algo simples mesmo, quem me escuta falando em organizar uma festa com 6 meses de antecedência, deve imaginar uma mega festa. Mas será algo bem simples, estou agindo com antecedência para ter tempo de procurar o melhor custo beneficio, negociar com os fornecedores, ter tempo para decidir e fazer tudo com o maior carinho e cuidado do mundo, afinal não é todo dia que se comemora o primeiro aninho de vida da pessoa que mais se ama na vida.
Estou juntando potinhos de papinha, aprendendo alguns artesanatos, vendo fotos de aniversário de outras crianças e indo em vários também, pesquisando tipos de lembrancinhas, pois eu quero fazer alguma coisa para sempre lembrar da data.
Sonho com este dia e me emociono muito quando lembro do dia em que ela nasceu. Por isso queremos festejar a chegada do membro mais esperado na família "de Lima Rocha".
Se alguém tiver para indicar alguém que faça biscuit, E.V.A por favor me avisem.
Por falar em aniversário, poxa vida, quantos aniversário já fomos desde que Duda nasceu. Teve o do Vinicius quando ela tinha 2 meses, o da Gaby com 5 meses, dois no mesmo dia na familia, a Ana Luiza e a Ana Laura, mês que vem já temos (espero receber em mãos viu Cristiano) o convite do aniversário do Matheus, no mês seguinte o da Sofia... Eita povo que comemora viu!
Eu gosto muito da galinha pintadinha, por ser algo mais simples, sem muitos efeitos especiais, com musicas antigas e nada que possa levar a duplo entendimento... Eu ainda vou levar ela para assistir o show da Galinha Pintadinha.
Se você ainda não conhece, vale a pena assistir.
Duda ama esse vídeo aqui, em especial:
terça-feira, 27 de março de 2012
Olá pessoal!
Se tem uma palavra, que chegou ao meu vocabulário desde que Duda nasceu é "Assadura" e eu tenho horror a ela.
Até então Duda nunca assou, teve uma irritação a uma fralda e desde então é um orgulho só, saber que meu neném nunca teve nenhuma assadura.
Sempre tive uma higiene até exagerada com Duda, ela nunca ficou muito tempo com a fralda, se fizesse cocô eu logo trocava. Achava que isso era o suficiente para livrar meu amor, daqueles terríveis incômodos.
Porém o tempo passou e a papinha chegou, com isso o cocô ficou mais durinho, já tivemos crise de intestino preso e o cocô que era algo bem molinho, só com cheiro de leite, agora é durinho, as vezes sai com muita dificuldade e sério: só que já limpou sabe o quanto fede.
Essa semana Duda estava bem chatinha, quando fui trocar ela, que estava fazendo cocô durinho e aos pouquinhos, percebi o bumbum vermelhinho e a região anal bem irritada. Mãe que é mãe de primeira viagem se desespera, fica com coração na mão e depois Deus manda uma luz: Pede ajuda para o pediatra ou isso poderá agravar.
Liguei imediatamente para o pediatra dela, que me pediu para usar a Dermodex Tratamento. Disse que era para deixar ela um pouco sem fralda, se fizesse coco e xixi que era para lavar com água e sabão e quando fosse necessário usar a fralda, que passasse a pomada.
Marido chegou em casa por volta das 18:30h, trouxe a pomada, passei nas duas ultimas troca de fraldas dela e no outro dia o bumbum dela estava "novinho" em folha.
A pomada é carinha mas valeu muito a pena.
Fica a dica se alguém passar por isso, ou algo parecido.
segunda-feira, 26 de março de 2012
Ei gente... Ah eu amo internet, sabe aquela história né, mãe quer sempre saber mais e eu estava aqui lendo meus blogs maternos, quando PARA TUDO.
Li um meio de não desmamar a criança, quer dizer ao menos manter o contato mãe e filho tão importante, sem importar se a mãe tem pouco leite ou como alguns pediatras amam dizer "leite fraco".
Gente é muito mas muito importante e interessante...leiam
Clique Aqui
Li um meio de não desmamar a criança, quer dizer ao menos manter o contato mãe e filho tão importante, sem importar se a mãe tem pouco leite ou como alguns pediatras amam dizer "leite fraco".
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Essa semana fiquei muito feliz, recebi um pedido para fazer um post, sobre como escolher os padrinhos.
A leitora está grávida e em dúvida sobre como escolher esse padrinhos.
Eu já fiz um post aqui, de como escolhi os padrinhos da Duda. Então vou falar de como eu desejo ser uma madrinha, pois sou bem feliz com a escolha que fiz.
Infelizmente meu marido e eu não somos padrinhos de nenhuma criança ainda, somente meu marido tem um afilhado, nós ainda não temos.
A primeira coisa que você tem que ter em mente: A escolha é sua, porém é para o seu filho. Acredito que a pessoa tem que gostar de criança e ser presente na sua vida. De nada adianta escolher uma pessoa que não convive com vocês, daí quando a criança for maior qual o tipo de relacionamento ela terá com a "dindinha" e o "dindinho"?
Um outro ponto a se discutir é: escolho um parente ou um amigo?
Existem pais que escolhem parentes: Tios, tias, avós etc. Eu acho que se já existe um laço forte de parentesco, como estes citados, não há necessidade de criar mais um e em contrapartida, as vezes escolhemos um amigo que acaba se distanciando com o tempo.
Duda tem duas madrinhas, eu não faço diferença entre nenhuma, cada uma, junto com o padrinho tem seu valor, com isso descobri que para ser parente não precisa ter o mesmo sangue.
Poderia falar muito sobre cada um dos 4 padrinhos, mas para o post não ficar enorme, escolhi uma só.
A vovó Santinha por exemplo, tem 2 netinhos de sangue lindos, ainda adotou minha pequena e não faz diferença entre ela e os netinhos. Eu fico radiante quando vejo a questão que ela faz da Duda. Teve uma vez que Duda foi ao médico por que estava com dificuldade de fazer cocô, ela me ligou umas três vezes no dia só para saber como a Duda estava, veio até a minha casa só para ver ela, já trouxe uma planta para fazer chá para cólica e faz uma questão enorme da minha pititinha. A vovó Santinha além de ter um carinho muito grande pela "princesa" como ela mesma a chama, faz muita questão de ver ela, de levarmos até a casa dela e é um charme só com a netinha-afilhada. Por isso eu acho que não necessariamente a madrinha e o padrinho precisam ser parentes de sangue.
Existe uma certa fase na vida do bebê que ele começa a estranhar as pessoas, há quem estranhe o fato de Duda ter 6 meses e já fazer isso (se bem que ela estranha desde os 3 meses =D), então escolha alguém que te visite;
Outro dia, conversando com meu marido, ele me disse algo muito interessante, que me levou a acreditar que o conceito de "Padrinhos" que eu tenho, é mais raro: Padrinhos para mim são os segundos pais, que são presentes na vida, no crescimento, na educação, por isso a única regra que eu tenho é: Os padrinhos têm que ser pessoas queridas, independente de já ser parente ou não.
Toda mãe gosta que tratem nossos filhos bem, mais ainda quando mimam seus filhos, não estou falando de presente, mas sabe quando a pessoa demonstra de verdade que ama mesmo a criança?
Isso para mim que é ser madrinha e padrinho, não consigo aceitar a ideia que alguns pais fazem, escolhem por qualquer motivo, as vezes até existe uma amizade, mas são pessoas que custam a se ver, que não existe o hábito de uma visita, de sair juntos, daí com nascimento da criança cria-se o habito, que sinceramente fica muito forçado.
Portanto pense bem nessa escolha, por que não dá para voltar atrás!
domingo, 25 de março de 2012
Quando chegamos em casa, após ter um bebê, junto com aquele mini ser adorável, vem um batalhão de perguntas, medos e receios.
São tantas as perguntas, em um novo mundo, que uma mãe de primeira viagem começa a se aventurar, a partir do momento em que ela sai da maternidade.
O que não ajuda nem um pouco são as inúmeras opiniões que a gente escuta. Isso faz bem, aquilo faz mal, você está fazendo isso errado!
Poxa vida, tem dias que eu me sinto perdida! Então, pensando nisso, eu resolvi debater aqui algumas dúvidas mais comuns e esses palpites intermináveis.
Agora vamos ao assunto do primeiro debate, vai gerar muita polêmica:
Existe uma maneira certa de se criar um filho? Parte 1: Amamentação
A Duda é nossa primeira filha, a princesinha do papai e a minha boneca. Nenhum de nós dois temos experiência em cuidar integralmente de um bebê. O ultimo bebê que eu acompanhei crescer foi minha linda sobrinha, Paulinha, já que meus irmãos e eu temos quase a mesma idade.
Meu marido, por sua vez, não cuidou e nem acompanhou crescimento de nenhuma criança.
Aí Deus na sua infinita misericórdia nos presenteia com a chegada da gatinha!
Nossa e como surgem dúvidas né? Desde a gravidez!
O que me ajudou foi que eu lia muito, lia tudo, todos os fóruns de mães, bebês, grávidas, tudo eu lia.
Um desejo que sempre tive foi: Não importa a dificuldade, eu iria amamentar. Era a única coisa que eu tinha 100% de certeza que iria fazer muito bem para minha filha, ela seria amamentada com meu leite a qualquer custo.
Enquanto espera a minha rainha (do Nilo! Risos!!!) , eu li um post em um fórum, que nem me lembro qual, porém nunca esqueci o que aquela mãe disse.
Ela detalhou o período de amamentação, ela relata que tinha pouco leite, porém o que todo mundo deveria saber é, quanto mais o bebê mama, mais leite a mãe produz, quando o bebê mama pouco, pouco leite a mãe produz. Sabe o que aquela mãe fez? Procurou diversos especialistas, pediatras, obstetras que por sua vez, recorreram a estratégia mais simples: dar leite artificial para o pequenino filho dela, com a alegação de leite fraco, que não sustentava o bebê.
Essa mãe contava que saiu de muitos consultórios com os olhos cheios de água e sempre determinada, pois ela queria que o seu bebê fosse alimentado com leite materno, só com o leite dela.
Ela optou então por outra estratégia e começou a deixar o bebê por horas mamando, sugando e estimulando a produção de leite.
Sacrifício mais que valido, porém muito doloroso. Imaginem ficar a maior parte do dia e da noite com bebê mamando? Eu não saberei expressar com tanta sinceridade o que ela passou neste período, mas posso afirmar que ao ler seu depoimento, ficava nítido o quanto foram difíceis esses dias, o quanto ela ficou dependente dos outros para poder dedicar todo o seu tempo ao bebê.
No final o resultado foi mais que válido: O bebê ganhou peso normalmente, ela conseguiu manter a criança, com toda essa dificuldade, alimentada exclusivamente com leite do peito até o quarto mês, realizou o seu sonho e colocou em cheque aquela máxima de alguns pediatras: Realmente existe leite fraco? O Leite artificial é realmente necessário como complemento?
Eu não quero tomar partido nem dizer que a minha opinião é a correta, mas todos sabem que eu sou super a favor da amamentação materna exclusiva. Vejo os benefícios na minha filha, em mim e chego a considerar um crime a mulher que não faz esforço para cumprir essa missão dada por Deus.
Claro, essa é a minha opinião, depois que li esse depoimento, cheguei à conclusão que tudo é relativo e que quando a mãe quer consegue, não importa o que os outros dizem, vale muito a pena seguir nosso coração de mãe.
Depois que fui mãe eu venho descobrindo que nem tudo é certo ou errado, nem tudo que os médicos dizem é 100% verdade e que acima de tudo o ser humano não é uma ciência exata e que tudo depende da nossa força de vontade.
Por enquanto é isso aí pessoal, se alguém tiver algum caso parecido que queira dividir, aproveite o espaço para os comentários!
quinta-feira, 22 de março de 2012
Olá pessoal!
Quem me conhece e convive comigo sabe que estou passando por dias muito complicados, Duda está crescendo e com isso o tempo vira "artigo de luxo".
Porém farei de tudo para não deixar de postar mais a Dica da Semana.
Essa semana a dica vai para quem está montando o enxoval, ou com bebê pequeno ainda.
A hora do banho: Enquanto o bebê é pequenino é fácil dar banho na cama, porém com o tempo, existe um apoio fundamental para qualquer mamãe: o suporte de banheira.
Duda ama o banho, hoje só de ver a banheira ela faz a maior festa. Curte bastante a água, seja na banheira ou no chuveiro, comigo ou com pai dela.
Quando ela nasceu fazia frio, então eu dava banho nela (sim eu mesma, sempre dei banho na minha gatinha, mesmo com os pontos da cirurgia) no quarto dela, que por sua vez não tem cama. Mantinha o ambiente fechado, maridão enchia a banheira e o banho era dentro do quarto mesmo.
Com o passar do tempo, Duda foi crescendo e encher a banheira ficou complicado. Quando o tempo esquentou um pouco, comecei a levar o suporte e a banheira para dentro do box no banheiro, assim o único trabalho que tenho até hoje é ligar o chuveiro e deixar encher lá.
Acho importante a banheira ter aquela opção de ser esvaziada sozinha, assim que termina o banho é só recolher suporte, banheira, brinquedos, shampoo, condicionador e o sabonete.
Mas a maior vantagem de se ter o suporte e levar para dar banho já no banheiro, além da coluna mandar um abraço de agradecimento, é o fato que com o passar do tempo, a Duda começou a achar que é filha do Cesar Cielo, ela quer enfiar a cabeça na água, ela bate braço, perna, chuta tudo, dá gargalhadas quando me molha... daí fico imaginado o que já teria morrido afogado aqui em casa, se essa festa fosse dentro do quarto.
Agora um ponto bem sério: Uma vez um pediatra me disse que grande parte dos acidentes com bebês, são causados na hora do banho. Lembro que ele me disse inúmeras vezes, para que nunca deixasse Duda sozinha na banheira e que de preferência desse o banho em local bem baixo.
Bom pessoal eu fiz a minha escolha, indico muito o uso do suporte, mas em hipótese alguma eu deixei ou pretendo deixar meu bebê sozinha, nem por 1 minuto. Teve uma vez, ela tinha dias de vida e eu estava sozinha em casa com ela, chegaram visitas inesperadas, que infelizmente ficaram esperando lá fora até eu terminar o banho.
Sem contar no dia a dia, é só eu levar ela para o banho que o telefone toca, alguém chama e algumas vezes eu esqueço a toalha. A dica é: precisa de algo, pega o bebê molhado, do jeito que tiver, mas nunca o deixe sozinho na banheira.
quarta-feira, 21 de março de 2012
Li estes 20 motivos para se ter um filho, no The Posh Little Store, e achei tão emocionante que resolvi postar:
Acho que só quem já é pai ou mãe, sabe o quanto essas razões são verdadeiras!
1) para sentir um amor que você jamais imaginou existir
2) para deixar o seu verdadeiro LEGADO
3) para escutar alguém te chamar de “Mamãe” ou de “Papai”
4) para entender e, acima de tudo, agradecer mais seus pais
5) para deixar de ser egoísta – você nunca mais será o centro de tudo, seu filho é que será!
6) para sentir o que é a responsabilidade de ter alguém que depende 100% de você
7) para ter alguém para cuidar
8 ) para ter alguém que cuide de você um dia (quem sabe, se for preciso…)
9) para garantir netos (se tudo der certo!) – e viver a experência que todos dizem ser tão incrível que é a de ser avô
10) para sorrir mais
11) para realizar um sonho de criança
12) para formar uma FAMÍLIA
13) para ter um excelente motivo para chegar mais cedo do trabalho
14) para sentir que você é indispensável – pelo menos durante a infância dele nós somos, né?!?
15) para voltar a ser criança
16) para ter um eterno melhor amigo
17) para ter mais cuidado com a sua saúde; afinal, seu filho precisa de você
18) para se emocionar muito mais, nos momentos mais diversos
19) para se tornar uma pessoa melhor
20) para viver a verdadeira FELICIDADE
Acho que só quem já é pai ou mãe, sabe o quanto essas razões são verdadeiras!
1) para sentir um amor que você jamais imaginou existir
2) para deixar o seu verdadeiro LEGADO
3) para escutar alguém te chamar de “Mamãe” ou de “Papai”
4) para entender e, acima de tudo, agradecer mais seus pais
5) para deixar de ser egoísta – você nunca mais será o centro de tudo, seu filho é que será!
6) para sentir o que é a responsabilidade de ter alguém que depende 100% de você
7) para ter alguém para cuidar
8 ) para ter alguém que cuide de você um dia (quem sabe, se for preciso…)
9) para garantir netos (se tudo der certo!) – e viver a experência que todos dizem ser tão incrível que é a de ser avô
10) para sorrir mais
11) para realizar um sonho de criança
12) para formar uma FAMÍLIA
13) para ter um excelente motivo para chegar mais cedo do trabalho
14) para sentir que você é indispensável – pelo menos durante a infância dele nós somos, né?!?
15) para voltar a ser criança
16) para ter um eterno melhor amigo
17) para ter mais cuidado com a sua saúde; afinal, seu filho precisa de você
18) para se emocionar muito mais, nos momentos mais diversos
19) para se tornar uma pessoa melhor
20) para viver a verdadeira FELICIDADE
terça-feira, 20 de março de 2012
Duda está resfriada. Buáaaaaaaa!
Narizinho escorrendo, tosse, prostadinha,,,,
Engraçado, como depois que você se torna mãe, quebra alguns
preconceitos. Eu achava um saco tomar chá, achava que não fazia efeito e que
era "coisa de gente mais velha”.
Duda estava prostadinha e não queria saber de muita coisa
não, daí fui à casa da minha vizinha, que me deu 3 tipos de chás diferentes.
Cheguei em casa, liguei para minha mãe (disque desespero):
-Alô manhê, a Duda tá gripadinha;
-Teve febre?
-Não, só tossindo e espirrando!
-Peguei esses três chás: Elevante, hortelã e guaco
-Mistura tudo e faz o chá
-Demorou mamis, valeu!
Fiz ontem a noite, Duda tomou antes de dormir, hoje de
manhã. Parece não gostar muito, mas toma!
É impressionante como o chá ajudou, ela hoje está bem
melhor, tossindo menos.
Aproveito e intercalo suco de laranja, beterraba com laranja
e tudo que puder ajudar a minha princesa!
Espero que amanhã aquele sorriso lindo, esteja de volta e
sem tosse!
segunda-feira, 19 de março de 2012
Li este texto, infelizmente de autor desconhecido, na net esses dias. Achei tão legal, verdadeiro e engraçado e resolvi postar.
Quem é mãe vai concordar comigo!
Antes de ser mãe eu fazia e comia os alimentos quentes.
Eu não tinha roupas manchadas.
Eu tinha calmas conversas ao telefone.
Antes de ser mãe eu dormia o quanto eu queria e nunca me preocupava com a hora de ir para a cama.
Eu não esquecia de escovar os dentes e os cabelos.
Antes de ser mãe eu limpava minha casa todo dia.
Eu não tropeçava em brinquedos nem pensava em canções de ninar.
Antes de ser mãe eu não me preocupava se minhas plantas eram venenosas ou não.
Imunizações e vacinas eram coisas em que eu não pensava.
Antes de ser mãe ninguém vomitou e nem fez xixi em mim,
nem me beliscou sem nenhum cuidado, com dedinhos de unhas finas.
Antes de ser mãe eu tinha controle sobre a minha mente, meus pensamentos, meu corpo e meus sentimentos.
… eu dormia a noite toda…
Antes de ser mãe eu nunca tive que segurar uma criança chorando para que médicos pudessem fazer teste e aplicar injeções.
Eu nunca chorei olhando pequeninos olhos que choravam.
Eu nunca fiquei gloriosamente feliz com uma simples risadinha.
Eu nunca fiquei sentada horas e horas olhando um bebê dormindo.
Antes de ser mãe eu nunca segurei uma criança só por não querer afastar meu corpo do dela.
Eu nunca senti meu coração se despedaçar quando não puder estancar uma dor.
Eu nunca imaginei que uma coisa tão pequenina pudesse mudar tanto minha vida.
Eu não imaginei que pudesse amar alguém tanto assim.
Eu não sabia que eu adoraria ser mãe.
Antes de ser mãe eu não conhecia a sensação de ter meu coração fora do meu próprio corpo.
Eu não conhecia a felicidade de alimentar uma bebê faminto.
Eu não imaginava que alguém tão pequenino pudesse fazer-me sentir tão importante.
terça-feira, 13 de março de 2012
Olá pessoal, me desculpem a demora em postar. Estou com alguns problemas pessoais e Duda estava com uma prisão de ventre também, o que me ocupou muito tempo.
Mas com as bençãos de Deus ela está melhor, vamos voltando aos poucos aos bons e velhos posts!
Ah peguei a Duda fazendo arte!
A algum tempo queria falar desse assunto aqui, o enxoval do bebê.
Gente eu não vou postar uma lista de enxoval, para isto, basta ir no google, e nem ao menos listar o que comprei ou não para Duda.
Acho enxoval algo muito delicado e pessoal, depende muito de cada condição financeira dos futuros pais, o que vou deixar aqui, são dicas que para mim foram muito preciosas na hora de montar um enxoval lindo, pratico e o melhor: que coubesse no nosso bolso!!!!
Primeiramente segure seu impulso de sair correndo e comprar roupas neutras para o bebê. Espere ter certeza absoluta do sexo.
Quando soube que estava gravida comprei poucas peças neutras, até saber o sexo e hoje eu confesso que odeio vestir essas roupas na minha boneca. É estranho sabe, tipo todas as outras foram compradas para a Duda, sabíamos que teríamos uma menina, já essas peças foram compradas para alguém que chegaria... ah não sei explicar, mas é impessoal demais! (espero que entendam! =)))
Eu comecei a investir no enxoval da Duda com 5 meses de gestação, foi quando tivemos a certeza que era uma menina e olha que eu ameacei a médica ultra-sonografista e meu obstetra, dizendo que caso fosse menino eu voltaria lá para eles me pagarem outro enxoval. A gente escuta cada caso né? Não podia arriscar.
Sabe aquela confusão que arrumam com as nossas medidas? Uma calça é 40 e te serve perfeitamente, em outra loja a 42 custa a subir e se bobear em outra loja a calça 38 pode ficar perfeita em você? Pois é, isto também acontece com os pequenos.
Duda teve, se não me engano, umas 3 peças RN e todos os bodys servem nela, até hoje!
Então uma outra dica, deixe para começar a ver o enxoval com uns 6 meses, enquanto isso invista no quarto do bebê ou até mesmo em outras partes do enxoval, como cama e banho. Por que assim é possível ter uma ideia, se o bebê vai ter um tamanho normal, um bebê pequeno ou um mega bebê - há vários sites que acompanham semanalmente a gestação e te dão a média do bebê, conforme o tempo de gravidez.
Duda nasceu e graças ao meu bom e eterno Pai, dentro das medidas certas para o tempo de gestação, sendo 37 semanas e 5 dias, meu bebê nasceu com 2.920Kg e 53 centímetros.
Para ela, comprei umas 3 peças RN de toda a lista, lembrado que é bom pegar uma peça menor e ver a diferença, pessoal vocês nem imaginam o quanto RN eu achei maior do que o P e até mesmo o M.
Quanto a lista: Peguei uma lista nessas lojinhas de bebês mesmo. Levei para minha mãe e fui perguntando tudo, o que era, se era útil, se era para comprar muito, por que tem cada nome, então não se sinta perdida: Pergunte!
Eu vivi 23 anos da minha vida e nunca tinha ouvido falar em: mijões (não são meninos ou meninas que mijam muito?), vira manta (vira? Mas não era não?), coeiro (deixa esse trocadilho pra lá)... e muitos outros que me fugiram a cabeça.
Se você não puder contar com o apoio da mãe, sogra ou alguém mais velho, minha dica é: Visite uma loja, a que mais se sentir confortável e seja sincera com a vendedora, diga que não entende e peça auxilio. Algumas peças a minha mãe não conhecia e outras nem lembrava, eu fiz isso e fui super bem tratada por uma mulher, que quando eu precisava comprar algo, voltava sempre na loja dela.
Quanto a quantidade: Comprei 3 peças RN, 3 peças P e 3 peças M. Leve em consideração em qual estação do ano seu filho irá nascer, mas não leve tão a sério assim né? Afinal há dias que de manhã é inverno, a tarde é verão, o anoitecer é primavera e a noite outono. Garanta uma ou outra peça de estação diferente.
Gente não precisa comprar nada G, a não ser que você vá ter um bebê acima de 3,500kg, levando em consideração que Duda atualmente está com 7Kg e usa M e os RN que já tinha . Todo santo mês eu saio para comprar roupinhas para Duda, não é justo a grávida que está inchada, com tanta coisa para pensar, gastar e fazer ter que comprar roupa que o bebê vai custar a usar.
Eu sou alérgica a muita coisa, poeira então e panos grossos nem se fala, portanto já exclui estes itens da lista do enxoval.
Para cama e banho eu sugiro escolher um tema, a Duda tem uma toalha da Gatinha Marie que a dindinha deu, então eu comprei uma manta e desde então vamos seguindo o mesmo tema.
No mais gente, sigam o gosto de vocês! Vejam um pouco da moda, o que cabe no bolso de cada uma e vão comprando aos poucos.
Lembre-se que o bebê ganha muitos presentes, isso conta na lista tb, que não precisa ter só peças lindas, exemplo é o que eu passo hj: Toda roupinha que Duda está vestida na hora do almoco suja e muito, algumas até mancharam.
Eu ganhei peças neutras e umas azuis para usar, quando suspeitávamos que fosse um menino, não devolvi as peças e usei e uso bastante, no almoco, para dormir. Teve época em que achei que fosse ficar doida, por que chovia a semanas em BH e as roupas dela não secavam, se comprasse não adiantaria de nada, por que elas também seriam lavadas e passadas, então é bom ter um número de peças mais simples, que possam ser lavadas na máquina de lavar, por que essa foi a única alternativa que tive.
Se não puderem comprar tudo de uma vez fica o meu conselho: o bebê não vai usar toda aquela lista de uma vez! Ele só precisa de uma mãe calma, um pai carinhoso e um ambiente no qual ele possa crescer feliz e saudável.
É isso aí pessoal, post é longo mas posso apostar que foi lido com muito carinho por quem espera um bebê, nessas horas a gente fica com medo, perdida e tudo que mais queremos é ouvir uma opinião!
Se alguém tiver dúvidas, deixe nos comentários que responderei com maio carinho!
Brincando com a boneca enquanto a mamãe prepara o banho!
Um beijo a todos!
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