Hoje me deu uma nostalgia completa... Saudades da gravidez, da barrigona e arrependimento de não ter curtido mais! Foi difícil e complicada a gravidez, mas não deixou de ser mágico essas 37 semanas e 5 dias!
Então revi um vídeo que gostava bastante de ver quando estava grávida, então resolvi compartilhar com as gravidinhas e com as mamães que assim como eu morrem de saudades da barrigona!
terça-feira, 29 de novembro de 2011
A Dica da semana é o Bico de Silicone.
A amamentação é um dos momentos mais prazeroso e importante tant para mamãe quanto para bebê. Eu morria de medo, via depoimentos de mulheres dizendo que amamentavam chorando, que saia sangue, pus e que era um sofrimento.
Quando a Duda nasceu, assim que a enfermeira a trouxe para meu quarto, ela me pediu para fazer com que a Duda tentasse mamar.
Tive dificuldade no inicio, por que tenho o bico do seio falso invertido, ou seja, se estimulado, o bico sai porém é muito pequeno. Uma amiga já havia me falado do famoso bico de slicone, assim que vimos o problema meu marido comprou o bico de silicone NAN, na Drogaria Araujo, cutou R$30,00.
A Duda se adaptou bem, pegou no seio de forma maravilhosa e como resultado graças a Deus não tive nenhuma fissura, meu bico não rachou e a amamentação ocorre desde então da melhor forma possível.
As
cólicas começaram a dar sinais que irão embora!
Duda
deu seu primeiro sorriso, ela se expressa cada dia melhor! Emite sons novos,
presta atenção em tudo e é um chamego que só vendo com pai dela!
Tomou
4 vacinas e deu a primeira febre como reação a uma delas.
Semana
que vem, ela irá a consulta de 2 meses com Dr. Geraldo.
Ela
me conquista cada dia que passa, é um sorriso inesperado, é o jeito que ela se
aconchega em mim, é a experiência maravilhosa de pegar um bebê chorando e ele
calar imediatamente quando chega no meu colo!
Posso
dizer que ela é a razão da minha vida, sem ela a vida não seria tão linda!
Que loucura é o primeiro mês de um bebe em casa!
Passei pelo fenômeno “Blues pós parto”, chorava dia e noite!
É importante saber que o “Blues Pós Parto” não é uma depressão e sim um fenômeno que faz com que a mulher tenha uma melancolia acentuada, devido as inúmeras alterações que existem com a chegada do bebê tanto físicas, psicológicas e hormonais.
Este fenômeno é passageiro, segundo meu obstetra pode durar até 6 semanas após o parto, muito carinho com o bebê e apoio da família podem evitar que a mulher desenvolva uma depressão pós parto. Graças a Deus e apoio de pessoas queridas eu superei este fenômeno.
Posso resumir que levei a Duda diversas vezes ao pediatra, só pelo fato de achar que ela não estava bem e acredite que em todas as vezes era coisa da minha cabeça!
Aprendi a dar banho sozinha, tive uma visita de uma enfermeira que me ajudou bastante. Passei por 5 pediatras até achar um que realmente gostei, Duda tomou as primeiras vacinas e não teve reação.
Durante este mês que não foi fácil, só tenho a agradecer ao meu querido marido Daniel, sua força, dedicação, paciência e amor por nós duas fez a diferença!
Não é fácil se adaptar a nova rotina, tudo muda e a sensação é que nosso mundo está de cabeça para baixo. Paciência, um bom obstetra e principalmente o carinho da família é o mais importante nesta fase.
Passei estes dias muito cansada, mas pouco a pouco comecei a conhecer minha princesa.
Começaram as cólicas também, tadinha! Só Deus sabe o que daria para ela não sentir dor.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Voltando da consulta de pré-natal comecei a sentir dores (contrações), estava cansada e preferi não ir ao médico, afinal tinha acabado de sair de um consulta. Tomei o anticoagulante e fui dormir, eram 00:00h.
As 3:30h acordei e já não agüentava mais de tanta dor, acordei meu marido e fomos ao médico.
Chegando ao hospital Vila da Serra, fui examinada por um plantonista que me disse que eu estava com 2cm de dilatação e o colo do útero estava muito fino, conseqüentemente a bolsa iria estourar a qualquer momento e por isso deveria ser internada para que finalmente a minha princesa linda pudesse nascer.
Lembro perfeitamente da expressão do meu marido: Ficou branco, roxo, vermelho... Afinal tinha chegado o dia!
Subi para o bloco cirúrgico e tive que aguardar até as 12:00h, devido ao uso do anticoagulante, tinha que esperar no mínimo 12 horas. As contrações aumentaram, tentei descrever essa dor, mas é humanamente impossível, só posso dizer: “Dói para caramba!”.
Fui medicada e as 12:00h entrei para o bloco cirúrgico. Tomei a anestesia, meu marido entrou e sentou ao meu lado. As 12:43h (engraçado como a gente nunca esquece o horário) nasce a pessoa mais linda deste mundo, aquela que mudaria para sempre a minha vida e do meu marido: Eduarda!
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Os primeiros três meses de gravidez:
Ah os primeiros três meses de gravidez, geralmente são um terror (ah exceções pois algumas mulheres não sentem absolutamente nada!).
Eu comecei a enjoar por volta de 9 semanas. Cheguei a emagrecer 4kg no inicio da gestação. Eu vomitava com quase tudo, cheiro, comida e às vezes só de pensar na comida!
Esses sintomas foram amenizados com medicação prescrita pela Dr. Frederico (Muito importante grávida não tomar medicação por conta própria)
Tive também muitas crises de dor de cabeça (enxaqueca), perdi as contas de quantas vezes meu marido precisou ir me buscar no hospital. Esse sintoma não é tão comum também e foi tratado pelo meu querido obstetra.
Posso resumir este primeiro semestre em: enjôos, dores de cabeça, vômitos e mais enjôos.
O Segundo trimestre:
Quando completei 4 meses de gestação, os enjôos sumiram (graças a Deus) e a dor de cabeça também! Chegava à hora mais esperada: O Ultrasom que mostraria o sexo do bebe!
Eram inumeros os palpites, fiz diversos "testes populares" e todos eles diziam ser um menino, a expectativa era grande, já que até momento não foi possível saber o sexo em nenhum ultrasom já realizado.
Lembro de ter ido com meu marido ao hospital, mal conseguia respirar de tanta ansiedade.
Ao entrar na sala do exame, tentei me acalmar, meu bebe mexia o tempo todo e de repente a médica fala: “É uma menina!”
Confesso que inúmeras emoções tomaram conta de mim! A expectativa de ser um menino era muito grande, por isso aconselho a toda grávida a não deixar que ninguém
fique dando palpite sobre o sexo, a gente cria uma expectativa, ao menos eu criei uma enorme expectativa de ter um homenzinho naquele momento!
Como toda grávida, chorei de alegria em saber que teria uma boneca para enfeitar e comecei a acostumar com a ideia!
Esse segundo trimestre foi maravilhoso, me sentia linda, barrigudinha e o melhor; sem enjôos e dores de cabeça!
O Terceiro semestre:
Voltaram os enjôos, começaram as dores nas costas e o pior: dormir se tornou um enorme tormento, uma vez que só dormia de barriga para baixo!
Tinha a impressão que o tempo havia parado e que ia ficar debilitada para sempre, pois andar, subir em ônibus e fazer coisas simples já tinham se tornado um desafio. Com cerca de 7 meses a Duda encaixou, então a dor pélvica era terrível!
A parte mais gostosa era montar o enxoval da Duda! Todo mês comprava alguma coisa... e pouco a pouco o quartinho dela foi ficando pronto.
Contava os segundos para que a gravidez terminasse, via constantemente programas de grávida, mas uma coisa começava a me assustar: o parto! Era uma mistura de dois sentimentos, eu queria terminar logo com a gravidez mas morria de medo do parto!
O tempo foi passando, eu me afastei do trabalho no dia 08/09/2011, estava muito cansada e não conseguia mais fazer esforço.
No dia 09-09-2011 fui para uma das ultimas consultas de pré-natal, Dr. Frederico pediu o ultimo ultrasom, fizemos na semana seguinte e dia 15/09/2011 fui a ultima consulta e finalmente ia marcar a data da cesariana.
Abrindo aspas: Devido ao tratamento com anticoagulante, não poderia optar por um parto normal, pois o risco de uma hemorragia era enorme.
Realizei um dos meus maiores sonhos em 12/12/2009, quando me casei com Daniel, diga-se de passagem, o dono do meu coração. Já namorava a alguns anos e assim que terminei a faculdade me uni a ele para juntos traçarmos um novo caminho.
Ter filhos não fazia parte dos nossos planos para os primeiros anos. Desde então tomava anticoncepcional injetável e quando me casei troquei o injetável pelo comprimido.
Foram 4 meses fazendo uso do anticoncepcional em comprimido e em um determinado dia minha perna começou a doer muito. Procurei um médico e fui e fui diagnosticada com Trombose Venosa Profunda (Trombose é a formação de coágulos sanguíneos no sistema circulatório). Fiquei vários dias internada e realizando o tratamento. Passado um mês, fui diagnosticada com Embolia Pulmonar (A embolia pulmonar é definida como a obstrução das artérias dos pulmões por coágulos (trombos) que se desprendem das veias com trombose venosa) - A embolia é classificada pelos médicos como acidente e é tão serio que pode levar a morte.
Dada a seriedade do caso, fui orientada a procurar um hematologista. Iniciamos então uma pesquisa genética para sabermos a causa de tudo isso.
Realizei inúmeros exames até descobrir que possuo duas alterações genéticas que me deixam intolerável a vários tipos de hormônio, conclui-se então que a trombose e a embolia foram decorrentes de anos de uso de anticoncepcional.
Fui orientada então a não engravidar no primeiro momento, suspender o anticoncepcional e fazer tratamento com anticoagulante. Passados 7 meses o inevitável acontece: em janeiro de 2011 descobrir que estava grávida!
Sim eu me desesperei, chorei, sorri... Está grávida da pessoa que amo era a coisa mais fantástica que me acontecera, porém foram tantas recomendações para não engravidar que minha cabeça ficou a mil.
Comecei uma busca por um obstetra de gravidez de alto risco, uma vez que os hormônios da gravidez poderiam fazer com que trombos fossem formados na placenta resultando até mesmo um aborto.
Mais uma vez Deus me abençoou abundantemente quando permitiu que eu encontrasse o Dr. Frederico Peret, especialista em gravidez de alto risco do Hospital Vila da Serra. Comecei então o famoso pré natal!
Para evitar um aborto ou possíveis problemas ao feto e a mim, precisei a fazer uso de anticoagulante injetável, o Fragmin.
Consegui toda medicação pela prefeitura de Belo Horizonte, após apresentar laudo médico e receita ao posto de saúde.
Bem vindos ao Diário da Mamãe.
Recentemente Deus presenteou a mim e ao meu marido com uma dádiva; Eduarda, ou melhor, a Duda! Ela está com 2 meses e com passar do tempo, senti necessidade de documentar cada novo dia com minha princesinha, casa descoberta e crescimento do meu amor. Então nasceu o Diário da Mamãe.
Aqui irei dividir as alegrias e percalços da maternidade, contarei minha experiência enquanto gestante darei dicas para ajudar a mulher em cada fase deste momento magico em que nos tornamos mãe. Teremos também sempre que possível uma entrevista com pessoas ligadas ao tema, seja pai, mãe, obstetra etc.
O blog foi criado somente agora, pois tive uma gravidez com alguns problemas e quando o bebê nasce temos que acostumar com a chegada e uma nova rotina se cria. Passados os 2 primeiros meses já estou pronta para começar a documentar e dividir esses momentos mágicos da vida da minha filhota!
Marcadores:
bem-vindo
|
0
comentários
Assinar:
Comentários (Atom)



























